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Daniel Souza

Feminina…

Obra de: Daniel Souza
Artigos Livre

Quando os olhos dela se acendem,

até a noite muda de cor.

Há lume, há brisa, há versos

num só lampejo de amor.

São olhos que dançam silêncio,

e calam com doçura o mundo.

Olhos que afagam sem toque,

e ferem num gesto profundo.

Em seus olhos, moram mares

que ninguém jamais sondou.

Ora ternura que embala,

ora vendaval que passou.

Ela não precisa de fala,

se o olhar já sabe dizer:

que amar é coisa serena,

e também pode doer.

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